Saiba sobre as origens do Campinho
- 24 de set. de 2015
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Como prometido, seguem alguns fragmentos que contam um pouquinho sobre as origens do Campinho. É possível que alguns nomes soem um pouco estranhos pra quem jogou no Campinho, entretanto, tudo é absolutamente verdadeiro! Quer dizer, alguns nomes sofreram leve alteração, outros, são frutos das memórias do personagem principal que narra aquilo que lembra. Mas, por ser uma criança, memórias e fantasias se fundem e às vezes criam um mundo novo e particular, geralmente ainda mais divertido!
Então, o negócio é soltar sua imaginação e embarcar nessas memórias e fantasias da infância. Vamos lá?
“...aquele verão deveria ter sido terrível pra todos nós da Vila Brejo, uma vilinha que ficava entre as proximidades do Rio Sucuri e a Ponte do Sapo, e fazia divisa com o Morro do Piolho e o 230, com uma população estimada no primeiro milênio em torno de alguns milhões, entre adultos, cachorros, gatos, cobras, sapos, bananeiras e moleques, segundo a contagem da minha vó Dália e de alguns bebuns que viviam na vendinha do Seu Brasílio...”.
“...a Vila Brejo era um dos melhores lugares pra morar na cidadezinha de Cajati (Cajatinga). Uma cidade nova, pois, antes ela pertencia à Jacupiranga (Jacutinga), porém, como Cajatinga cresceu bastante, e, principalmente, tornou-se uma forte rival de Jacutinga nos torneios de futebol, as cidades se separaram. Então, Cajatinga se tornou a “menina dos olhos” do Vale do Ribeira (Vale da Pindaíba), recebendo muitos moradores, como foi com a família Pontes, que morou por décadas em Eldorado (Xiririca da Serra), mas, que resolveu deixar suas plantações de banana e tentar a sorte em Cajatinga, ainda mais depois da instalação da indústria mineradora Serrana (Serranha), que causou uma euforia em Cajatinga e em todo o vale...”.
“...assim que contei para aqueles dois “cabeças de abóbora” sobre o Campinho da Japonesa, eles ficaram bem empolgados. Regica escalou a goiabeira em seguida, apesar de ser todo desengonçado, já Jacolino, ficou lá no chão tentando encontrar alguma brecha na cerca...”.

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